terça-feira, 11 de setembro de 2018

FINANÇAS, PLANEJAMENTO E CONTROLE – Parte 4


IV. O princípio da adaptação – Pv. 21.17 e 23.20-21 –Quem se entrega aos prazeres passará necessidade; quem se apega ao vinho e ao azeite jamais será rico. Não ande com os que se encharcam de vinho, nem com os que se empanturram de carne. Pois os bêbados e os glutões se empobrecerão, e a sonolência os vestirá de trapos.

É possível que você esteja entre aqueles que nos últimos dois anos continuam ganhando quase a mesma coisa, e se tudo subiu de preço você não pode ter o mesmo padrão de vida. É preciso adaptar-se aos novos tempos rapidamente. Disponha-se a “apertar o cinto”.

1. Confie na provisão de Deus para aquilo que é básico.
Pv. 10.3 – O Senhor não deixa o justo passar fome, mas frustra a ambição dos ímpios.
Mt. 6.25 – "Portanto eu lhes digo: não se preocupem com suas próprias vidas, quanto ao que comer ou beber; nem com seus próprios corpos, quanto ao que vestir. Não é a vida mais importante do que a comida, e o corpo mais importante do que a roupa?”

2. Contente-se com o que Deus lhe dá.
Pv. 30.7-9 – Duas coisas peço que me dês antes que eu morra: Mantém longe de mim a falsidade e a mentira; Não me dês nem pobreza nem riqueza; dá-me apenas o alimento necessário. Se não, tendo demais, eu te negaria e te deixaria, e diria: 'Quem é o Senhor?' Se eu ficasse pobre, poderia vir a roubar, desonrando assim o nome de Deus." 
Fp. 4.11-12 – Não estou dizendo isso porque esteja necessitado, pois aprendi a adaptar-me a toda e qualquer circunstância. Sei o que é passar necessidade e sei o que é ter fartura. Aprendi o segredo de viver contente em toda e qualquer situação, seja bem alimentado, seja com fome, tendo muito, ou passando necessidade.
I Tm. 6.7-8 – “...pois nada trouxemos para este mundo e dele nada podemos levar; por isso, tendo o que comer e com que vestir-nos, estejamos com isso satisfeitos.
Caso você não observe isso, correrá o risco de transgredir o próximo princípio. Não perca a próxima postagem!

(Continua)

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

FINANÇAS, PLANEJAMENTO E CONTROLE – Parte 3


III. O princípio da integridade e da honestidade - Pv. 6.6-8 – Observe a formiga, preguiçoso, reflita nos caminhos dela e seja sábio! Ela não tem chefe, nem supervisor, nem governante, e ainda assim armazena suas provisões no verão e na época da colheita ajunta o seu alimento."

Dizem que o autor de Sherlock Holmes, certa ocasião, escreveu um bilhete para oito de seus amigos, e era só uma brincadeira. O bilhete dizia: “Tudo foi descoberto. Fuja rapidamente”. Em menos de vinte e quatro horas, seis deles haviam fugido do país. Se você recebesse um bilhete como esse no seu trabalho, o que faria?
É possível encontrarmos pessoas dispostas a sacrificar coisas importantes como consciência limpa e o bom nome colocando-se numa condição suspeita e de risco. Isto acontece porque possuem uma perspectiva errada dos valores de Deus.
Pv. 11.1 – O Senhor repudia balanças desonestas, mas os pesos exatos lhe dão prazer.
Pv. 16.11 – Balanças e pesos honestos vêm do Senhor; todos os pesos da bolsa são feitos por ele.
Alguns fazem uma paráfrase e dizem: “Fé, fé, negócios à parte”. Esta dualidade não é admissível na vida cristã.
Alguém pode contra-argumentar: “Você não conhece a realidade do nosso país… Não sabe quanto é cobrado de imposto… Nem como administrar um trabalhador… Não dá para agir como a Bíblia diz”. Creia que o Deus a quem servimos é verdadeiro, poderoso, e que vale a pena viver dentro da Sua vontade. Ele ama a honestidade e recompensa a todos que vivem e agem honestamente. 
A honestidade honra a Deus e inspira a confiança das pessoas.
II Coríntios 8:21“...pois estamos tendo o cuidado de fazer o que é correto, não apenas aos olhos do Senhor, mas também aos olhos dos homens.”


(Continua)

terça-feira, 4 de setembro de 2018

FINANÇAS, PLANEJAMENTO E CONTROLE – Parte 2

II. O princípio da dedicação no trabalho

Diz o ditado: “O trabalho enobrece o homem”. Certamente, isto exclui atividades ilícitas como tráfico de drogas, prostituição, etc. (Pv 12.12). A maneira bíblica de termos o nosso sustento é trabalhando dignamente.
II Tss. 3.10-12: Quando ainda estávamos com vocês, nós lhes ordenamos isto: se alguém não quiser trabalhar, também não coma. Pois ouvimos que alguns de vocês estão ociosos; não trabalham, mas andam se intrometendo na vida alheia. A tais pessoas ordenamos e exortamos no Senhor Jesus Cristo que trabalhem tranquilamente e comam o seu próprio pão." 
Há duas atitudes em relação ao trabalho: Diligência e Preguiça.

1. Diligência – Pv. 6.6-8 – “Observe a formiga, preguiçoso, reflita nos caminhos dela e seja sábio! Ele não tem chefe, nem supervisor, nem governante, e ainda assim armazena as suas provisões no verão e na época da colheita ajunta o seu alimento." 

Este texto nos fala de inteligência, integridade e iniciativa. Estas são as atitudes que Deus valoriza e quer ver reproduzidas em nosso caráter.
As vantagens:
a. Crescimento na carreira profissional, com promoções a cargos melhores (Pv. 12.24).
b. Uma pessoa aplicada no seu trabalho, que não vive de sonhos e desejos distantes, alcança satisfação dos seus anseios (Pv. 13.4).

2. Preguiça - Pv. 26.13-16 – "O preguiçoso diz: ‘Lá está um leão no caminho, um leão feroz rugindo nas ruas!’ Como a porta gira em suas dobradiças, assim o preguiçoso se revira em sua cama. O preguiçoso coloca a mão no prato, mas acha difícil demais levá-la de volta à boca. O preguiçoso considera-se mais sábio do que sete homens que respondem com bom senso." (Leia também Pv. 6.9-11 e 28.19)
Encontramos algumas pessoas com tanta indisposição que nos fazem lembrar daquele personagem de desenho animado resmungando: “Ó dia, ó vida, ó azar…”. Vivem dando desculpas absurdas (um leão no caminho), não se esforçam (o máximo que fazem é virar-se na cama), e não têm iniciativa (esperam que coloquem comida na sua boca).
As consequências:
a. Para si próprio - passa fome (Pv. 19.15), sofre a vontade de ter sem nunca conseguir (Pv. 13.4; 21.25), perde o que tem (Pv. 10.4; 20.13), está sujeito a trabalhos menos recompensados e que exigem maior esforço físico (Pv 12.24).
b. Para os outros - quem trabalha com o preguiçoso não o suporta, nem mesmo a sua família (Pv. 10.5,26).

(Continua)

sábado, 1 de setembro de 2018

FINANÇAS, PLANEJAMENTO E CONTROLE – Parte 1


“É melhor obter sabedoria do que ouro! É melhor obter entendimento do que prata!”  Provérbios 16.16

O ser humano comum dirige sua vida baseando-se padrões do mundo secular, mas o cristão baseia-se nos valores de Deus que estão na Bíblia. As finanças desequilibradas podem provocar inúmeros problemas, tais como: irritação, tensão, saúde afetada; distanciamento no relacionamento conjugal; insegurança familiar; mau testemunho diante da sociedade; dívidas; falência; etc. Isto se agravou atualmente por causa da influência do consumismo, do materialismo, da moda e pela busca incessante por status. Esses são falsos valores e podem nos destruir. Já os princípios bíblicos podem nos orientar na manutenção ou recuperação de uma vida financeira equilibrada! Por isso vamos refletir sobre alguns deles.

I. O princípio da honra a Deus - Pv. 3.9-10 – Honre o Senhor com todos os seus recursos e com os primeiros frutos de todas as suas plantações; os seus celeiros ficarão plenamente cheios, e os seus barris transbordarão de vinho.”

Certamente, o equilíbrio e a bênção na vida financeira começam pelo reconhecimento de quem Deus é. Honramos alguém quando tratamos essa pessoa conforme as expectativas dela, fazendo o que ela deseja, como ela quer. A forma como empregamos nosso dinheiro também demonstra a realidade de nosso amor por Deus. Devemos honrá-Lo com aquilo que produzimos, com integridade, com alegria e gratidão. Jesus disse: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Mc. 12.17). Se temos compromisso com o pagamento de taxas, impostos e serviços humanos, devemos ter muito maior compromisso com o nosso Deus!

Honrar a Deus significa pô-Lo em primeiro lugar em tudo na nossa vida. Isso implica em honrá-lo também com nossas finanças, devolvendo-Lhe os dízimos fielmente e ofertando-Lhe com generosidade e alegria, “...porque Deus ama o que dá com alegria”. (II Co. 9,7).

(Continua)

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

DÍZIMO PARA A CARIDADE

Outro dia alguém perguntou se o cristão pode usar o seu dízimo para comprar alimentos para alguém necessitado.
Eis aí um paradoxo.
Pense comigo...
Você vê um mendigo com frio. Você não pode simplesmente pedir o casaco de outra pessoa para dar a ele. Se quiser ajudar, dê seu próprio casaco.
Se você vê um pobre descalço, não pode pedir o chinelo de alguém que passa para calçá-lo. Dê o seu próprio calçado!
Igualmente, você não pode usar o dinheiro de outra pessoa para comprar alimento para um faminto que você decidiu alimentar. Ora, se é você quem quer ajudá-lo, por que não usa seu próprio dinheiro? Compre a comida, o casaco, o calçado ou o que for, com seu próprio dinheiro, pois é você quem decidiu ajudar.
Se a boa ação é sua, se a generosidade é sua, se é você quem quer fazer essa caridade, por que você não pega o SEU próprio dinheiro pra fazê-lo? Usar o dízimo para isso é fazer caridade com o dinheiro que não é seu! Você quer ajudar alguém com o dinheiro que pertence a Deus! Use o que é seu! 
Você possui, domina e decide o uso dos 90% dos seus rendimentos, mas quer pegar dos 10% de Deus, para fazer obras de caridade que VOCÊ decidiu fazer?!
Entenda: o dízimo não lhe pertence! Mesmo quando você não dizima, não o entrega, ele continua sendo de Deus. Você está roubando e/ou usando o que pertence a Deus. Isso é muito sério! E perigoso.
Se aquele dinheiro, os 10% que são o seu dízimo, pertencem a Deus, deixe que Ele decida se vai ou não usá-lo para ajudar alguém, dar comida ou agasalho (E é isso que Ele sempre faz!). Você só pode decidir sobre o que é seu, e não sobre o que pertence a outros ou a Deus!
É incoerência e hipocrisia pegar o dinheiro de outra pessoa para dar a qualquer necessitado. Se decidir fazê-lo, que seja com o que lhe pertence! Da mesma forma, é incoerência e hipocrisia pegar o dinheiro de Deus para fazer qualquer caridade que você é que decidiu fazer. Se decidir fazê-lo, que seja com os 90% que lhe pertencem!
“Fiquem longe das coisas consagradas, não se apossem de nenhuma delas, para que não sejam destruídos. Do contrário, trarão destruição e desgraça ao povo de Deus. Tudo que é sagrado e pertence ao Senhor deve ser levado para o Seu tesouro.” Josué 6.18,19.

Pense nisso!

segunda-feira, 26 de junho de 2017

DINHEIRO X VALORES

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Dízimo, como o próprio nome já diz, são 10% de qualquer quantia. Sendo assim, ele iguala todas as pessoas diante de Deus. Os 10% do empresário têm o mesmo valor que os 10% do assalariado, ou os 10% de uma criança que dizima de sua mesada. E foi Deus que fez assim! Como é um imposto, uma ordem, Deus não poderia pedir mais de uns ou menos de outros. Todos devem obedecer igualmente, e todos pagam a mesma quantidade, e todos os dízimos são importantes para Deus, sem distinção! O dízimo de qualquer pessoa, não importa a quantidade, é agradável a Deus pela sua obediência.
Então, Dízimo não importa o valor, o que importa é a obediência.
Já as ofertas, que também são um mandamento, não têm quantidade específica. Cada um oferta segundo suas posses, suas condições, e também segundo seu desejo, sua vontade, seu coração. A oferta, como o dízimo, também depende de obediência, mas não tem quantidade estipulada. A Bíblia diz: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração.”  (II Coríntios 9.7).
Ofertas são voluntárias e podem variar de valor. Observe bem a palavra “VALOR”. Sim, Deus trabalha com valores e não com quantias ou com dinheiro. Foi por isso que, aos olhos de Jesus, a viúva deu a melhor oferta mesmo sendo apenas 2 moedas, ao passo que os demais deram grandes quantias, mas  não impressionaram a Deus, nem a Jesus (Marcos 12.41-44).
Para Deus, o que faz a diferença é o VALOR.
Davi sabia disso! Certa vez, quando ele quis erguer um altar e ofertar sacrifícios ao Senhor, quis comprar o terreno para tal, mas seu amigo, dono do terreno, ofereceu dar-lhe de graça. Veja o que Davi respondeu: “Mas o rei Davi disse a Ornã: Não, antes quero comprá-lo pelo seu valor; pois não tomarei para o Senhor o que é teu, nem oferecerei holocausto que não me custe nada.” (I Crônicas 21.24).
Sendo assim, não se pode ofertar a Deus o que não tem valor, ou o que pertence a outra pessoa, salvo no caso das crianças (que devem ser ensinadas a ofertar na casa de Deus), pois seus pais lhe dão o dinheiro para que ofertem. Isso tem valor para Deus porque elas não têm ganho pessoal, e dependem dos pais. O mesmo acontece quando a esposa que não tem renda depende que o marido lhe dê o que possa ofertar (lembrando que o dinheiro do casal pertence aos dois, então, ela tem direitos sobre ele também). Nos demais casos, toda oferta deve ter o seu valor. E não se trata de valor numérico, mas valor intrínseco.
Por que a viúva chamou a atenção de Jesus? Porque as 2 moedas eram tudo que ela possuía. Já os ricos davam muito, mas daquilo que lhes sobrava. Tem muita gente, independente se é rica ou pobre, dando a Deus somente o que lhes sobra. Isso não impressiona Deus, nem O agrada!
Sendo assim, você pode dar muito com pouco valor, dar pouco com muito valor, ou ainda dar muito com muito valor, ou dar pouco com pouco valor.
A oferta precisa ter um valor! Como isso funciona? Tudo depende da “sua” atitude quanto ao que oferta, depende do que você sente ao ofertar e de como se sente em relação ao que está ofertando.
Durante o momento ofertório, o Senhor não está olhando para a quantia de dinheiro na sua mão. Ele olha para o seu coração.
O Dízimo iguala as pessoas diante de Deus. A oferta diferencia as pessoas, não pelas quantidades, mas pelos valores. Se você quiser fazer a diferença diante de Deus, oferte a Ele o seu melhor, dê-Lhe aquilo que tem muito valor pra você.
Sua oferta só vai ter valor para Deus quando ela tiver valor para você!

Pense nisso!

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quinta-feira, 18 de maio de 2017

Pobreza X Riqueza – Frases Para Você Pensar

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“Sua riqueza não depende de quanto você ganha, mas de quanto gasta ou do que faz com aquilo que ganha.”

“Algumas pessoas são e sempre serão pobres porque ser pobre está no seu jeito de viver, de pensar e de ver as coisas.”

“Basicamente, todo pobre é pobre porque:
- Despreza os pequenos valores.
- Não se esforça por uma boa negociação.
- Não tem percepção financeira.
- Não sabe aonde quer chegar.”

“Quanto mais pobre a pessoa, mais desperdiça.
(...) Você já fez, por exemplo, no banheiro público ou da empresa a pesquisa do papel-toalha? Quem está mais bem vestido ou ganha mais é quem usa uma folha – no máximo duas – para enxugar as mãos. Na proporção inversa da renda, vai aumentando o desperdício.”

“Fazer dívidas deverá estar fora de seus planos se essas dívidas não servirem para torná-lo mais rico.”

“Você não deve abrir mão de seu lazer nem de seus hobbies para acumular riqueza. O único, porém, é que esses hobbies devem ser compatíveis com seu padrão de vida ou com suas possibilidades de pagamento.”

“Se você acha que será feliz somente quando tiver muito dinheiro, lamento dizer que isso é pura ilusão. A felicidade se constrói no dia-a-dia, a cada momento. E dinheiro não é um objetivo, não é a felicidade. Dinheiro é como um cupom que lhe proporciona meios de curtir aquilo que você ama ou aprecia muito.”

(Extraído do livro “Dinheiro – os segredos de quem tem”, de Gustavo Petrasunas Cerbasi)

Pense nisso!


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