terça-feira, 24 de março de 2015

PROVÉRBIOS E O USO DO DINHEIRO – Parte 5


As pessoas que têm dinheiro não conseguem identificar com facilidade quem são seus reais amigos, pois muitos se aproximam por interesse. Aqueles que não têm dinheiro são abandonados justamente porque as pessoas se voltam para as que têm mais dinheiro.
Pv. 19.4 – “As riquezas granjeiam muitos amigos; mas do pobre o seu próprio amigo se separa.”

Os que têm muito dinheiro não conseguem encontrar descanso, costumam viver no isolamento, pois comumente são perseguidos por ladrões ou sequestradores.
Pv. 13.8 – “O resgate da vida do homem são as suas riquezas; mas o pobre não tem meio de se resgatar.”

Aqueles que têm recursos financeiros, na maioria das vezes, são pessoas fúteis, não conseguem se interessar por conhecimentos valiosos. Já os pobres com entendimento percebem a mediocridade dessas pessoas.
Pv. 28.11 – “O homem rico é sábio aos seus próprios olhos; mas o pobre que tem entendimento o esquadrinha.”

Além disso, não podemos deixar de destacar que muitas pessoas na verdade não têm dinheiro, apenas vivem uma mentira, como se o tivessem, para agradar a sociedade.
Pv. 13.7 – “Há quem se faça rico, não tendo coisa alguma; e quem se faça pobre, tendo grande riqueza.”

Ao invés de querer dominar os mais pobres, e se assenhorarem sobre eles, os ricos deveriam reconhecer que foi Deus quem criou tanto um quanto ao outro.
Pv. 22.7 – “O rico domina sobre os pobres; e o que toma emprestado é servo do que empresta.”
Pv. 22.2 – “O rico e o pobre se encontram; quem os faz a ambos é o Senhor.”

Ao invés de serem vaidosos, por causa do dinheiro, os ricos precisam pôr em prática a generosidade.
Pv. 11.24,25 – “Um dá liberalmente, e se torna mais rico; outro retém mais do que é justo, e se empobrece.”

Deus é testemunha daqueles que oprimem os mais pobres, e querem tirar vantagem das suas necessidades, tais pessoas cairão em ruína.
Pv. 22.16 – “O que para aumentar o seu lucro oprime o pobre, e dá ao rico, certamente chegará à penúria.”

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quinta-feira, 5 de março de 2015

PROVÉRBIOS E O USO DO DINHEIRO – Parte 4



O sábio destaca as limitações do dinheiro. Definitivamente, ele não pode comprar tudo, e não pode livrar as pessoas da condenação.
Pv. 11.4 – “De nada aproveitam as riquezas no dia da ira; porém a justiça livra da morte.”
  
O dinheiro não dura para sempre, tem um caráter efêmero, sequer é digno de confiança, por isso devemos depositar nossa esperança em Deus.
Pv. 23.5 – “Fitando tu os olhos nas riquezas, elas se vão; pois fazem para si asas, como a águia, voam para o céu.”
Pv. 11.28 – “Aquele que confia nas suas riquezas, cairá; mas os justos reverdecerão como a folhagem.”
Pv. 28.25 – “Os homens maus não entendem a justiça; mas os que buscam ao Senhor a entendem plenamente.”

Mas o dinheiro não necessariamente é algo ruim, na verdade, pode ser utilizado para fazer o bem. Quando corretamente utilizado, pode diminuir os estresses e evitar alguns problemas Pv. 10.15 – “Os bens do rico são a sua cidade forte; a ruína dos pobres é a sua pobreza.”

Ademais, os filhos, se forem sábios, poderão desfrutar da herança deixada pelos pais. A esposa também exerce papel fundamental no bom uso dos recursos.
Pv. 13.22 – “O homem de bem deixa uma herança aos filhos de seus filhos; a riqueza do pecador, porém, é reservada para o justo.”
Pv. 31.18 – “Prova e vê que é boa a sua mercadoria; e a sua lâmpada não se apaga de noite.”

Mas é preciso ter cuidado, pois o dinheiro pode ser extremamente danoso para as pessoas, principalmente no que tange aos relacionamentos. Isso porque, infelizmente, existem favoritismos por causa do dinheiro, e os ricos acabam sendo bem tratados, enquanto os pobres são menosprezados.
Pv. 14.20 – “O pobre é odiado até pelo seu vizinho; mas os amigos dos ricos são muitos.”

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

PROVÉRBIOS, LIVRO DE SABEDORIA FINANCEIRA – Parte 3



O homem pobre que não se envolve em negócios escusos é preferível ao rico desonesto.
Pv. 28.6 – Melhor é o pobre que anda na sua integridade do que o de caminhos perversos ainda que seja rico.”

Deus geralmente recompensa os justos com dinheiro (Pv. 13.21), mas é melhor ter menos dinheiro e viver em retidão do que ter muito dinheiro resultante de injustiça (Pv. 16.8).

Pv. 13.21 – O mal perseguirá os pecadores, mas os justos serão galardoados com o bem.

Pv. 16.8 –
Melhor é o pouco com justiça, do que a abundância de bens com injustiça.

Por conseguinte, temer a Deus é bem melhor do que ter dinheiro (Pv. 15.16), na verdade, a humildade, e o temor a Deus, leva o homem a adquirir riquezas (Pv. 22.4).

Pv. 15.16 – Melhor é o pouco com o temor do Senhor, do que um grande tesouro onde há inquietação.

Pv. 22.4 – O galardão da humildade e o temor do Senhor são riquezas, honra e vida.

Como já destacamos nas lições anteriores, a diligência é uma característica fundamental para aqueles que querem ter êxito em suas vidas. Os que não se deixam conduzir pela indolência colherão os frutos da prosperidade (Pv. 10.4). A obtenção de dinheiro está atrelada ao trabalho, é através dele que as pessoas adquirem riquezas (Pv. 14.23).

Pv. 10.4 – O que trabalha com mão displicente empobrece, mas a mão dos diligentes enriquece.

Pv. 14.23 – Em todo trabalho há proveito, mas ficar só em palavras leva à pobreza.

A diligência é concretizada pelo planejamento, não apenas em ações espontâneas e imediatistas, que leva à ruina.

Pv. 21.5 – Os pensamentos do diligente tendem só para a abundância, porém os de todo apressado, tão-somente para a pobreza.

As pessoas que não conseguem controlar seus hábitos consumistas acabarão sem nada.

Pv. 21.17 – O que ama os prazeres padecerá necessidade; o que ama o vinho e o azeite nunca enriquecerá.

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

PROVÉRBIOS, LIVRO DE SABEDORIA FINANCEIRA – Parte 2

 

Este livro de conselhos, Provérbios, orienta sobre como lidar com situações práticas  da vida. O autor destaca a importância de apresentar a Deus nossas primícias.
Pv. 3.9 - Honra ao Senhor com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos;...”.
A recompensa de Deus  para seu povo está condicionada a atitude de entregar a Ele os primeiros resultados de sua colheita ou ganhos.
Pv. 3.10“...os seus celeiros ficarão plenamente cheios, e os seus barris transbordarão de vinho.
Pv. 13.21 – O infortúnio persegue o pecador, mas a prosperidade é a recompensa do justo.”

Como livro, Provérbios mostra que a sabedoria, e não o dinheiro, é muito mais importante, pois ela é que faz a riqueza durar. O seu resultado é consideravelmente melhor.
Pv. 8.18-21 – Comigo estão riquezas e honra, prosperidade e justiça duradouras. Meu fruto é melhor do que o ouro, do que o ouro puro; o que ofereço é superior à prata escolhida. Ando pelo caminho da retidão, pelas veredas da justiça, concedendo riqueza aos que me amam e enchendo os seus tesouros.

Somente com sabedoria as pessoas poderão usar o dinheiro adequadamente, inclusive para não se afadigar buscando riquezas.
Pv. 17.16 – De que serve o dinheiro na mão do tolo, já que ele não quer obter sabedoria?"
Pv. 23.4 – Não esgote suas forças tentando ficar rico; tenha bom senso!"

Não apenas a sabedoria, mas também uma vida de retidão, atitudes honestas e corretas é mais importante que o dinheiro. As pessoas justas vivem com maior tranquilidade que as desonestas.
Pv. 15.16 – É melhor ter pouco com o temor do Senhor do que grande riqueza com inquietação.


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Continua na próxima postagem. Não perca!

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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

PROVÉRBIOS, LIVRO DE SABEDORIA FINANCEIRA – Parte 1



Pv. 10.22 – A bênção do Senhor é que enriquece; e não traz consigo dores.

Pv. 3.9,10 –Honra ao Senhor com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos; E se encherão os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares.

Pv. 22.3 – O prudente prevê o mal, e esconde-se; mas os simples passam e acabam pagando.

Pv. 24.30-34 – Passei pelo campo do preguiçoso, e junto à vinha do homem falto de entendimento, eis que estava toda cheia de cardos, e a sua superfície coberta de urtiga, e o seu muro de pedras estava derrubado. O que eu tenho visto, o guardarei no coração, e vendo-o recebi instrução. Um pouco a dormir, um pouco a cochilar; outro pouco deitado de mãos cruzadas, para dormir, assim te sobrevirá a tua pobreza como um vagabundo, e a tua necessidade como um homem armado.

O livro de Provérbios apresenta vários conselhos a respeito do uso apropriado do dinheiro. Tais orientações são bastante práticas e úteis para os cristãos nos dias modernos. Vamos observar algumas destas orientações práticas nas próximas postagens. Não perca!

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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

PROSPERIDADE OU RIQUEZA MATERIAL?



Cada vez mais cristãos em todo mundo creem que a prosperidade material é um direito de todos os cristãos. Creem que Deus espera que eles a peçam e a antecipem como um cumprimento certo da Sua promessa. Isso é um erro. Podemos pedir a Deus prosperidade. Mas precisamos, antes, entender o que ela é.
Não há dúvidas de que toda a Bíblia ensina que o cristão fiel será abençoado por Deus. Mas será que essa bênção necessariamente inclui prosperidade material? Todo cristão pode ter a expectativa de se tornar rico? Se olharmos para a Bíblia tal expectativa será dissipada.
Paulo frequentemente mostrava que os seus sofrimentos não influenciavam negativamente sua plenitude de vida. Em suas cartas, ele apresenta seu sofrimento como evidência de que era abençoado e chamado por Deus (II Co. 4.8-18; 6.3-10; 11.13-33; 12.1-10; Gl. 6.17). Certa ocasião Paulo descreveu a si mesmo como pobre: “...mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo.” (II Co. 6.10). Em Efésios, escrevendo da prisão, Paulo menciona a riqueza cinco vezes, referindo-se ao evangelho e a todos os seus tesouros. Ele próprio era um pobre prisioneiro privado de muitas necessidades humanas básicas, mas via a si mesmo como sendo rico. Em Filipenses, também escrevendo da prisão, ele fala sobre suas necessidades financeiras:
“Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de fome; assim de abundância como de escassez.”  (Fp. 4.11-12)
Paulo infere que riqueza não é necessariamente um sinal da bênção de Deus, mas contentamento sim.
De fato, nessa carta, as palavras alegrai-vos, alegria, alegres e contentes aparecem 16 vezes. Ele diz que devemos nos alegrar sempre no Senhor (Fp. 4.4). Essa carta também fala sobre a paz de Deus que excede todo o entendimento (4.7).
Sendo assim, contentamento, paz e alegria é que caracterizam um cristão verdadeiramente rico.

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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

MORDOMIA DA IGREJA – Parte 1



“E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns. E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça. Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido, e o depositavam aos pés dos apóstolos. E repartia-se a cada um, segundo a necessidade que cada um tinha.” At. 4.32-35

Ao estudar a Mordomia da Igreja aprenderemos que primeiro que ela tem dono que não é nenhum homem, segundo que Deus cobrará de seus líderes e membros seu crescimento em qualidade e quantidade, e seu funcionamento como organismo e não organização.

I - A MORDOMIA DA IGREJA COMO CORPO
A igreja como corpo de Cristo tem algumas responsabilidades que não podem ser desprezadas:

A - Sua unidade - At. 2.44 – E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum.
Isto dá trabalho! Você tem que abrir mão de coisas pessoais... Mas é assim que Deus quer.

B - Sua mutualidade - At. 2.45 – E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister.”
At. 4.32 – E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns.”
O desejo de participar, de ajudar, de estar presente, de envolver, foi o principal motivo do crescimento da igreja primitiva. Precisamos disto hoje!

C - Sua potencialidade - At. 5.12-16 – E muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E estavam todos unanimemente no alpendre de Salomão. Dos outros, porém, ninguém ousava ajuntar-se a eles; mas o povo tinha-os em grande estima. E a multidão dos que criam no Senhor, tanto homens como mulheres, crescia cada vez mais. De sorte que transportavam os enfermos para as ruas, e os punham em leitos e em camilhas para que ao menos a sombra de Pedro, quando este passasse, cobrisse alguns deles. E até das cidades circunvizinhas concorria muita gente a Jerusalém, conduzindo enfermos e atormentados de espíritos imundos; os quais eram todos curados.”
Isso mostra a potencialidade de uma igreja que está agradando ao dono dela, o Senhor. Conosco também pode ser assim.

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