quinta-feira, 21 de novembro de 2013
terça-feira, 19 de novembro de 2013
VIDA FINANCEIRA ABENÇOADA (2ª parte)
Em relação à família
a)
Cuide
de sua família
1 Timóteo 5.8: “Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria
casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente.” Nunca esqueça o que seus pais
fizeram por ti e se não fizeram o que você esperava seja grato assim mesmo,
honre a vida deles.
Efésios 6:1-3: “Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa,
para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a face da Terra.”
b)
Guarde
para seus filhos
2
Coríntios 12.14: “Eis que pela terceira vez, estou pronto a ir ter convosco e não vos
serei pesado, pois não vou atrás de vossos bens, mas procuro a vós outros. Não
devem os filhos entesourar para os pais, mas os pais, para os filhos”.
Provérbios
13.22a: “O homem de bem deixa herança aos filhos de seus filhos”.
(Continua
na próxima postagem)
Pense nisso!
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
VIDA FINANCEIRA ABENÇOADA
Existem 1.565 versículos na Bíblia falando sobre dinheiro. Dos 107 versículos do “Sermão do Monte”, 28 se referem a dinheiro. Jesus se referiu ao dinheiro (ou riqueza) em 13 de suas 41 parábolas. Isso mostra como a Bíblia trata desse assunto com expressividade.
O Senhorio de Deus é sobre todas
as coisas, inclusive as riquezas. O profeta Ageu escreveu o que o Senhor dos
Exércitos disse:
“minha é a prata e meu é o ouro.” (Ageu 2.8)
Desde os tempos de Moisés havia
a compreensão de que de Deus é que vem tanto o dinheiro quanto o meio para
adquiri-lo.
“...é Ele que te dá força para adquirires
riquezas…”
(Deuteronômio 8.18).
Para ter uma vida financeira abençoada você
precisa conhecer e praticar os Princípios Bíblicos sobre Dinheiro em relação a
você mesmo, à sua família, aos outros e a Deus.
1. EM RELAÇÃO A VOCÊ MESMO...
a)
Viva
do seu trabalho
Efésios 4.28: “Aquele que furtava, não furtes mais; antes, trabalhe, fazendo com as
próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir o necessitado.”
Salmo 128.2: “Do trabalho de tuas mãos comerás, feliz serás e tudo te irá bem.”
I Tessalonicenses 4.10-12: “Contudo, vos exortamos, irmãos, a progredirdes cada vez mais e a
diligenciardes por viver tranquilamente, cuidar do que é vosso e trabalhar com
as próprias mãos, como vos ordenamos, de modo que vos porteis com dignidade
para com os de fora e de nada venhais a precisar.”
b)
Planeje
seus gastos - Planejar vem
antes de gastar!
Lucas 14.28 diz: “Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta
primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir?”
c)
Invista
no que é necessário
Isaías 55.2: “Por que gastais o dinheiro naquilo que não é pão, e o vosso suor
naquilo que não satisfaz? Ouvi-me atentamente, comei o que é bom e vos
deleitareis com finos manjares.”
d)
Contente-se
com o que tem
I Timóteo 6.6-8: “De fato, grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento. Porque
nada temos trazido para o mundo, nem coisa alguma podemos levar dele. Tendo
sustento e com o que vestir, estejamos contentes.”
e)
Não
tenha apego ao dinheiro
I Timóteo 6.9-10: “Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação, e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males, e alguns nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores”.
Eclesiastes 5.10:“Quem amar o dinheiro jamais dele se fartará;
e quem amar a abundância nunca se fartará da renda; também isto é vaidade.”
f) Não seja servo do dinheiro – Ou você o domina ou ele dominará você. Sirva somente a Deus e faça
do dinheiro seu servo.
Mateus 6.24: “Ninguém pode servir a dois
senhores, porque ou há de se aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará
a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza”.
(Continua
na próxima postagem)
Pense nisso!
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Sete Princípios de Finanças
Uma das mais notáveis diferenças entre o crente e o mundo no qual ele vive é esta: a maneira incomum como ele lida com o dinheiro e os bens materiais. No entanto, até crentes sérios resistem aos aspectos aparentemente extremistas no ensino e estilo de vida de Cristo e dos líderes da igreja do Novo Testamento. Podemos imitar este estilo de vida do Novo Testamento em nossos dias?
Este
esboço oferece ao crente zeloso alguns princípios-chaves que o preparam para um
comportamento financeiro sobrenatural, diferente do comportamento do mundo.
Separe algum tempo para ler os textos bíblicos sozinho ou, se casado, com seu
cônjuge. Medite sobre a atitude de obediência a ser praticada em cada área
mencionada. Em seguida, descreva o que você aprendeu. Só há uma coisa a fazer,
depois desta meditação... obedecer!
1.
O princípio do NÃO APEGAR-SE - Não
comprarei nem receberei nada do que eu não possa abrir mão.
“Então, lhes recomendou: Tende cuidado e
guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste
na abundância dos bens que ele possui.” Lucas 12.15
Leia também:
Lucas 12.32-34; Lucas 16.13-25;
1 João 2.15-17
1 João 2.15-17
O que
devo fazer para obedecer a estes versículos?
2. O
princípio da LIBERDADE - Não deverei nada a
ninguém, exceto o amor.
“A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto
o amor com que vos ameis uns aos outros; pois quem ama o próximo tem cumprido a
lei.” Romanos 13.8
"O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta." Provérbios 22.7
O que devo fazer para obedecer a estes versículos?
"O rico domina sobre os pobres e o que toma emprestado é servo do que empresta." Provérbios 22.7
O que devo fazer para obedecer a estes versículos?
3.
O princípio da LIBERALIDADE - Procurarei,
constantemente, oferecer bens para a glória de Deus.
“Porque
eles, testemunho eu, na medida de suas posses e mesmo acima delas, se mostraram
voluntários, pedindo-nos, com muitos rogos, a graça de participarem da
assistência aos santos. E não somente fizeram como nós esperávamos, mas também
deram-se a si mesmos primeiro ao Senhor, depois a nós, pela vontade de Deus” 2 Coríntios
8.3-5
Leia também:
2 Coríntios 9.7; Lucas 6.38.
O que
devo fazer para obedecer a estes versículos?
4.
O princípio da RECORDAÇÃO - Manterei
registros exatos da maneira como Deus lida comigo no aspecto financeiro, a fim
de mostrar aos outros que Deus responde a oração e supre as necessidades de seu
povo.
“Assim
brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas
obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.” Mateus
5.16
Leia também:
Provérbios 27.23-27
O que
devo fazer para obedecer a estes versículos?
5.
O princípio da SEGURANÇA - Economizarei
e investirei somente se Deus me guiar a fazê-lo, reconhecendo que abrirei mão
de tudo ante à sua mais tênue orientação.
“Não
acumuleis para vós outros tesouros sobre a terra, onde a traça e a ferrugem
corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros
no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam, nem roubam.”
Mateus 6.19, 20.
Leia também:
Provérbios 28.8; 1 Timóteo 6.9-11
O que
devo fazer para obedecer a estes versículos?
6.
O princípio da COMPAIXÃO - Não
orarei em favor das necessidades financeiras de um irmão, se eu não estiver
disposto a ser o instrumento que Deus usará para satisfazer tal necessidade, se
Ele o quiser.
“Nisto
conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida
pelos irmãos. Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão
padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o
amor de Deus? Filhinhos, não amemos de palavra, nem de língua, mas de fato e de
verdade.” 1 João 3.16-18
Leia também:
Tiago 2.15-17; Lucas 6.30, 38; 2 Coríntios 9.6-15; Provérbios 28.27.
O que
devo fazer para obedecer a estes versículos?
7.
O princípio do CONTENTAMENTO - Ficarei
contente com tudo o que Deus se agradar em prover-me, quer seja muito, quer
seja pouco.
“Digo
isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e
qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e
em todas as circunstâncias, já tenho experiência, tanto de fartura como de
fome; assim de abundância como de escassez; tudo posso Naquele que me fortalece.”
Filipenses 4.11-13
Leia também:
Provérbios 30.7-9; Mateus 6.24-34; 1 Timóteo 6.8
O que
devo fazer para obedecer a estes versículos?
Desafio você
que leu até aqui a ler também os versículos propostos. E se o fizer, comente
pra que eu possa saber quantos o fizeram.
Muito
grata.
Deus o
abençoe ricamente!
sábado, 9 de novembro de 2013
O que realmente importa para você?
Um grupo de ex-alunos, todos muito bem
estabelecidos profissionalmente, se
reuniu para visitar um antigo professor da universidade. Em pouco tempo a
conversa girava em torno de queixas de estresse no trabalho e na vida como um todo. Ao
oferecer café aos seus convidados, o professor foi à cozinha e retornou com um grande bule e uma variedade de
xícaras. Porcelana, plástico,
vidro, cristal; algumas simples, outras caras, outras requintadas; dizendo a
todos para se servirem.
Quando todos os estudantes estavam de xícara em
punho, o professor disse:
_ “Se
vocês repararem pegaram todas as xícaras bonitas e caras, e deixaram as simples e baratas para trás. Uma vez que não é nada anormal que
vocês queiram o melhor para si, isto é a
fonte dos seus problemas e estresse. Vocês
podem ter certeza de que a xícara em si não adiciona qualidade nenhuma ao café. Na maioria das vezes, são apenas mais
caras e, algumas vezes, até ocultam o
que estamos bebendo. O que todos vocês realmente queriam era
o café, não as xícaras, mas escolheram, conscientemente, as melhores xícaras... e então ficaram
de olho nas
xícaras uns dos outros. Agora pensem nisso: A Vida é o café, e os empregos, dinheiro e posição social são as
xícaras. Elas são apenas ferramentas para sustentar e conter a vida. E o
tipo de xícara que temos não define, nem altera, a qualidade de vida que vivemos.
“Às
vezes, ao nos concentrarmos apenas na xícara, deixamos de saborear o café
que Deus nos deu”.
(Autor Desconhecido)
Pense nisso...
terça-feira, 5 de novembro de 2013
No deserto da crise precisamos conjugar trabalho e liturgia (Gn. 26.24-25)
A
prosperidade é resultado da diligência e da devoção. Não basta ser rico, é
preciso ser próspero. Há muitas pessoas ricas profundamente infelizes. Há
muitas pessoas que não possuem dinheiro, são possuídas por ele. Há muitas
pessoas cujo dinheiro não é um servo, mas o dono de suas vidas.
A riqueza sem Deus é um poço de perdição. A riqueza sem
Deus é um laço do inferno. Não há nada mais perigoso do que o homem pensar que
é autossuficiente. Jesus chamou de louco o homem que ajuntou muitos bens e
pensou alimentar a sua alma por longos anos com coisas materiais.
Jesus contou a parábola do homem rico e Lázaro, mostrando
com cores vivas a medonha realidade daqueles que vivem nababescamente neste
mundo, bebendo todas as taças dos prazeres, banqueteando-se em festivais
repletos de ostentação, sem refletir sobre o destino da sua alma e sem abrir o
coração para assistir o necessitado à sua porta. O rico morreu e foi sepultado.
A morte chega para todos. [...] É o sinal de igualdade na
equação da vida.
O maior drama do homem rico, contudo, não foi a sua morte,
mas a sua condenação eterna. Ele foi para o inferno. Lá teve de ficar em
tormento incessante, separado para sempre de qualquer possibilidade de alívio,
enquanto Lázaro, o homem pobre tomado por chagas que jazia à sua porta, morreu
e foi levado pelos anjos para o Seio de Abraão, para o paraíso, onde não há
dor, nem sofrimento, nem lágrimas.
Feliz é o homem que reconhece que toda a boa dádiva vem das
mãos de Deus. É Deus quem nos faz prosperar. A bênção do Senhor enriquece e
nela não há desgosto. Quando buscamos a Deus em primeiro lugar, ele trabalha em
nosso favor, ele faz hora extra por nós e para nós. [...] Bem-aventurado é
aquele que anseia por Deus mais do que por riqueza, poder ou força. Feliz é
aquele que leva Deus para o seu trabalho e traz o seu trabalho para Deus. Feliz
é aquele que levanta altares para Deus no seu trabalho [...].
No deserto devemos cavar poços e levantar altares ao
Senhor. Precisamos trafegar da igreja para o nosso trabalho com a mesma
devoção. Toda a nossa vida está envolta pelo sagrado. Nosso labor é santo.
Nosso trabalho é santo. Nossa segunda-feira precisa ser tão cúltica quanto o
culto de domingo. Se no seu escritório, no seu balcão, no seu comércio, na sua
indústria, no seu campo, você não levanta altares a Deus, seu culto na igreja
será vazio.
Não é correta a teologia que dicotomiza a vida em sagrado e
profano. Muitas pessoas pensam que o trabalho é coisa secular, enquanto o
culto na igreja é sagrado. Há pessoas que vivem essa dualidade. No trabalho
agem de um jeito, e na igreja, de outro. No trabalho vale tudo, pois ali é um
campo onde Deus não entra. Na igreja, contudo, essas pessoas são legalistas e
aparentemente piedosas. Essa visão da vida é falsa. Antes de Deus aceitar o
nosso culto, ele precisa aceitar a nossa vida. A oferta de Caim foi rejeitada
porque a vida de Caim foi rejeitada. Toda a nossa vida deve ser uma liturgia
de adoração a Deus. Jesus condenou a atitude dos fariseus que eram muito
espirituais no templo, mas no dia-a-dia roubavam das viúvas, desprezavam os
pais e se julgavam melhores do que as outras pessoas.
Isaque nos ensina o princípio de que tudo na vida é sagrado.
Cavar poços deve ser um ato litúrgico. Tudo o que fazemos deve ser para a
glória de Deus. Tudo o que fizermos, seja em palavra ou em ação, devemos fazer
em nome de Jesus, dando graças ao Deus Pai. Devemos trafegar da nossa casa para
o trabalho e do trabalho para a igreja com a mesma devoção. Todo o trabalho digno
e honesto é uma liturgia de adoração ao Senhor. Precisamos, à semelhança de
Isaque, erguer altares ao Senhor enquanto caminhamos, enquanto trabalhamos,
enquanto estudamos, enquanto vivemos. Tudo o que somos e temos vem de Deus, e
por tudo devemos dar a ele a glória devida ao seu nome.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
No deserto da crise precisamos reabrir as antigas fontes
No deserto da crise precisamos reabrir as antigas fontes, sem deixar de
cavar novos poços (Gn.
26.18-22,25,32)
Isaque tem um problema vital no Vale de Gerar - Não
há água. Sem água, não há vida. Você pode ter o melhor solo, a melhor se mente
e os melhores fertilizantes, mas sem água a semente morrerá mirrada no útero da
terra. Sem água, a morte prevalece.
O problema de Isaque não podia ser adiado. Não era algo
secundário. Não era um problema periférico. Requeria uma solução urgente. De
forma semelhante, a nossa necessidade espiritual hoje não é um assunto
secundário. A água é um símbolo do Espírito Santo. Sem o Espírito de Deus, você
pode ter nome de crente, aparência de crente, mas você está morto. A não ser
que nasça da água e do Espírito, você não pode entrar
no Reino de Deus. Sem as torrentes do Espírito, sua vida torna-se árida como os
cactos do deserto. Sem o orvalho do céu, sua vida murcha e seca.
Isaque aprende com a experiência dos mais velhos. Ele
não chama os especialistas para cavar poços, mas aproveita a experiência do seu
pai. Abraão já havia cavado aqueles poços e encontrado água. Precisamos reabrir
as fontes de vida que abasteceram nossos pais. Precisamos redescobrir as
fontes de vida que nossos pais beberam e que foram entulhadas pela corrupção
dos tempos. Os filisteus modernos têm jogado muito entulho
nas fontes que abastecem nossa vida. Precisamos cavar esses poços outra vez. Lá
existe água boa. Lá existem mananciais.
Precisamos voltar às antigas veredas, à prática das primeiras
obras. Precisamos voltar ao nosso primeiro amor, reunir a família em torno da
Palavra, voltar a orar juntos, fazer o culto doméstico. Precisamos voltar a
orar por avivamento, reaprender a jejuar. Precisamos matricular-nos na escola
do quebrantamento, romper com o pecado e buscar uma vida de santidade.
Precisamos apegar-nos com mais fervor às verdades eternas da Palavra de Deus.
Não estamos precisando de novidades, de correr atrás de cisternas rotas.
Precisamos do Antigo Evangelho.
Hoje, na ânsia de buscar algo novo, muitas pessoas jogam
fora toda a herança que receberam de seus pais. Muitas abandonaram as antigas
veredas e embrenharam se por caminhos desconhecidos. Muitas igrejas, na busca
do novo, removeram os marcos antigos.
O profeta Jeremias denunciou aqueles que abandonaram o
Senhor, o manancial de águas vivas, e cavaram para si cisternas rotas que não
retêm as águas. De forma semelhante, muitas igrejas hoje estão buscando
avivamento sem doutrina, revestimento de poder sem as balizas da verdade
revelada de Deus. Por isso, temos visto muito movimento, mas pouco resultado;
muito choro, mas pouco quebrantamento; muito trovão, mas pouca chuva; muitas folhas,
mas pouco fruto; muita aparência, mas pouca realidade. O movimento tem-se transformado
em monumento. A unção está se tornando inanição. A comunhão está virando
socialização. E a adoração está virando encenação.
Isaque não se contentou apenas com as experiências do
passado; ele queria mais (Gn. 26.19-22,32) - Ele
era um homem sedento. Queria sempre mais. Ele saiu da terra dos filisteus, foi
para o vale de Gerar, depois para Reobote, depois para Berseba. Mas, por aonde
ia, cavava poços. Ele não desanimava diante das dificuldades. Queria água no
deserto. Berseba, antes um deserto, agora era uma cidade, porque Isaque
encontrou água ali. Isaque não apenas desentupiu os poços antigos; ele cavou
poços novos. Não desprezou o passado, mas também não ficou preso a ele. Isaque
não jogou fora a herança deixada por seu pai, mas não se limitou a ela. Isaque
sabia que podia alargar os horizontes da sua vida. Não se acomodou e continuou
cavando poços. Foi além. Ele queria mais. Transformou o seu deserto em fonte
de águas.
Precisamos aspirar mais do que os nossos pais aspiraram. As
torrentes de ontem devem ser as medidas mínimas para a busca do hoje.
Precisamos avançar mais do que os nossos pais avançaram. Os recursos de Deus
são inesgotáveis. Não podemos deixar que as experiências do passado sejam o
limite máximo das nossas buscas hoje. Não podemos jogar o passado fora, nem
idolatrá-lo. A história é dinâmica. Devemos viver no presente com os olhos no
futuro.
O exemplo de Isaque deve ser uma inspiração para nós. Não
podemos desprezar o rico legado que
recebemos de nossos pais na fé. Eles cavaram poços antes de nós e encontraram
água limpa. Esses poços foram muitas vezes soterrados com o entulho dos
filisteus. Precisamos desentupir esses poços. Precisamos reabrir as antigas
fontes, porque delas pode jorrar água em abundância.
Nossos pais experimentaram o tremendo milagre de ver o
deserto seco transformar-se em mananciais. Eles cavaram poços e beberam de suas
águas. Oraram e receberam avivamento. Buscaram o Senhor e encontraram
mananciais de águas vivas. Eles viram Deus transformar o deserto árido em pomares
frutíferos.
Nossa geração precisa ter a ousadia de Isaque. Precisamos
buscar não apenas as maravilhas que os nossos pais experimentaram, mas ir
além. Não há limitação no nosso Deus. Ele pode fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o
seu poder que opera em nós. Podemos hoje experimentar as torrentes do céu.
Podemos ser visitados por um poderoso avivamento. Podemos sacudir o jugo da
sequidão espiritual. Os mananciais de Deus são inesgotáveis. As fontes de Deus
jamais deixam de jorrar. O azeite de Deus jamais deixa de escorrer enquanto há
vasilhas vazias disponíveis. É tempo de buscar as riquezas insondáveis do
Evangelho de Cristo. É tempo de ver também o nosso deserto florescer!
Pense nisso...
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