sexta-feira, 19 de abril de 2013

Sabedoria Financeira

A Bíblia é um manual de economia. Ela possui excelentes conselhos sobre como administrar seu dinheiro. Se você segui-los vai prosperar até mesmo em tempos de crise.
Paulo usa a figura de linguagem da semeadura e colheita para tratar do assunto dinheiro.
“O que semeia pouco, pouco também colherá; mas o que semeia em abundância, em abundância colherá.” I Coríntios 9.6
 Na passagem em que José interpreta o sonho de Faraó sobre sete anos de fartura e sete anos de fome, Deus lhe deu uma sabedoria extraordinária que encantou o Faraó e lhe rendeu a posição de vice faraó. Ele administrou bem o que tinha, o que ganhou durante a fartura e depois, durante a seca, teve em abundância. Mesmo durante a crise mundial, José enriqueceu o Egito, a Faraó e a si mesmo. E tinha tanta fartura que pode amparar toda sua família (70 pessoas) que veio em busca de ajuda no tempo da escassez (Gênesis 41). O segredo de José é que ele dividiu as sementes em três partes – uma parte para comer, outra para guardar e outra para semear novamente.
Você deve fazer o mesmo.
Divida seus ganhos em três partes e use-as da seguinte forma:

1. A primeira parte você “come” – Gaste com o sustento de sua família:
ü Pague o dízimo – Lembre-se: ele não lhe pertence. É a primeira dívida a ser paga.
ü Pague suas contas sempre em dia; evite os juros.
ü Abasteça sua casa com alimento e vestuário; separe o dinheiro das passagens, lanches, compras diárias (pão, leite), etc. Pesquise e busque os melhores preços e ofertas. Compre somente a quantia que baste. O exagero gera desperdícios, e você joga seu dinheiro no lixo.
ü Compre somente o que precisa. Abandone o consumismo. Antes de comprar pense bem se realmente precisa.
ü Evite a ilusão das “marcas” famosas. Pesquisas revelam que aquele jeans que você compra por R$ 300,00 na boutique é feito pela mesma confecção que o vende a R$ 70,00.

2. A segunda parte você “guarda” – Guarde sempre uma parte do que ganha.
ü Depois de pagar tudo, separe uma parte para gastos extras até o próximo pagamento.
ü Abra uma poupança. Se for difícil, aproveite o período do 13º salário ou algum ganho extra, mas aprenda a poupar. Faça seu pé de meia!
ü Planeje seu futuro a curto, médio e longo prazo – quanto precisa para a casa própria, para o carro, para a faculdade dos filhos, etc. se puder, abra contas separadas para cada projeto e vá depositando aos poucos.

3. A terceira parte você “semeia” para produzir mais sementes.
ü Invista no Reino de Deus – oferte em sua igreja, participe de campanhas e faça votos. Isso agrada a Deus e Ele promete em Sua Palavra que recompensará centuplicadamente. Este é o único investimento 100% seguro, no qual você nunca perde.
ü Invista em si mesmo – faça cursos de especialização na sua profissão de forma que aumente seu salário mais à frente;  conclua os estudos; faça aquele curso de música, de artes ou aquele que você sempre sonhou.
ü Invista em pessoas – ajude outras igrejas, casas de caridade, outras igrejas e ministérios sérios, ajude missões, ampare aquele irmão que pode estar passando aperto e necessidade, etc.
ü Invista nos bens que já possui – melhorias no imóvel, no carro, sempre visando aumentar seu valor de mercado.

Foi isso que José fez no Egito, e Deus o prosperou. E é exatamente assim que acontece com quem sabe administrar o que Deus lhe dá.

Pense nisso...

terça-feira, 9 de abril de 2013

Meu presente

Hoje é meu aniversário, e você pode perguntar: O que isso tem a ver com este blog?! Tem a ver que as pessoas têm dado mais valor às coisas e menos valor ao semelhante. Escrevo a poesia abaixo pra lhe mostrar o quanto as pessoas se sentem amadas através de coisas que não têm preço, não custam dinheiro, mas fazem toda diferença. Desfrute...


"Meu presente" 
(De Raquel Roque)

Meu presente não tem preço.
Não por não ter valor,
Mas por não ter dinheiro no mundo que pague.
Meu presente não se vende no mercado.
Meu presente é o seu sorriso quando me vê,
Seu abraço quando estou perto,
Sua oração quando estou longe.
Meu presente é saber que você me ama,
Me aceita do jeito que eu sou.
E que, apesar dos meus defeitos,
Que você já conhece,
Continua me amando.
Meu presente é o seu perdão
Quando eu lhe ofendo,
Quando eu piso na bola,
Quando eu me esqueço de você.
Meu presente é saber
Que posso contar com você
Em todo tempo,
Com seu ombro amigo
Pra me amparar
E me confortar nas lutas;
Com suas palavras de consolo
Quando você percebe as lágrimas
Que escorrem no meu rosto
Ou se escondem no meu peito.
Meu presente é saber que você 
Compartilha sua alegria comigo
E fica feliz com o meu sucesso.
Meu presente é ter você
Ao meu lado nos bons momentos,
Na festa, na santa bagunça.
Meu presente é saber que você se lembra de mim
Não só no meu aniversário,
Mas no dia das mães,
No Natal, na páscoa,
E em todos os dias comuns;
E, mesmo de longe,
Sem dizer ou me escrever uma linha,
Me deseja todo o bem,
E ora a Deus pra me abençoar.
Meu presente é quando você me respeita,
Respeita minhas opiniões
E segue meus conselhos
Todos pautados na Palavra de Deus.
Meu presente é você pertencer
À minha família, a Família da Fé,
Meu presente é saber que teremos
Uma eternidade juntos, com Deus,
Pra curtir nosso amor e amizade.
Meu presente não custa nada,
Mas vale muito;
Não gasta o seu dinheiro,
Mas tem valor eterno.
Meu presente é ter o seu amor,
Termos a mesma fé
E termos o mesmo Pai.
E, por todos estes presentes que você já me dá,
Meu muito obrigada.


Deus lhe conceda toda sorte de bençãos.


segunda-feira, 1 de abril de 2013

Orçamento doméstico. Você sabe o que é?


“Por que gastar dinheiro naquilo que não é pão e o seu trabalho árduo naquilo que não satisfaz? Escutem-me, diz o Senhor, e comam o que é bom, e a alma de vocês se deliciará na mais fina refeição.”
Isaías 55.2

Para ter uma vida financeira sem problemas você precisa adotar alguns princípios e usar seu dinheiro com sabedoria.
Você sabe o que é orçamento doméstico?
É uma lista de todos os seus gastos que você faz para organizar sua vida financeira. Você deve tomar alguns cuidados ao fazê-lo.
Para organizar seu orçamento, é preciso ter consciência de todas as receitas e despesas, isto é, quanto você ganha e quanto você gasta.
Você deve considerar sua renda líquida, isto é, aquele dinheiro que você realmente ganha no final do mês depois de descontados benefícios como INSS, vale refeição, bilhete de passagem, etc..
Para conhecer a fundo suas despesas, anote todos os seus gastos (todos mesmo, até o cafezinho). Mas não esqueça: antes de tudo, encabeçando sua lista de gastos, inclua seu dízimo, isto é, os 10% que vêm para suas mãos, mas pertencem ao Senhor. Depois faça a lista com todos os outros gastos.
Após um período de três meses, você terá condições de identificar quais delas podem ser cortadas ou reduzidas. Porém, jamais corte o dízimo. Ele é sua única garantia da benção de Deus e proteção do seu dinheiro quanto ao devorador (leia Malaquias 3.8-12).
Lembre-se também de considerar aquelas despesas que ocorrem no começo do ano, como IPVA e matrícula e material escolar, etc., ou as que ocorrem em datas especiais, como dia das mães, crianças, natal, etc.
De posse destas duas quantias (receita = o que ganha, e despesas = o que gasta), faça a conta de subtrair periodicamente e veja se sobra algum dinheiro. Com ele você pode planejar como gastá-lo e/ou investi-lo.
Estabeleça metas para serem alcançadas a curto, médio e longo prazos. Faça ajustes quando a realidade desviar do que foi planejado. Inclua entre seus objetivos a criação de um fundo de reserva para emergências e imprevistos como doença, desemprego, conserto de carro, etc.
Se não sobrar dinheiro em sua conta, ou sua receita for inferior ao que gasta, reavalie suas prioridades. Faça os cortes necessários até que sobre pelo menos um pouco. Esta será sua margem para alguma surpresa de emergência.
Quanto ao mais, ore, consagre a Deus o dinheiro que está sob seu controle e só gaste naquilo que realmente é útil e abençoador.

Deus lhe abençoe abundantemente.
Se tiver dúvidas sobre vida financeira, deixe o seu comentário, ou escreva para prraquelroque@ig.com.br.

terça-feira, 26 de março de 2013

QUE PÁSCOA É ESSA?


Entre as coisas que acabam com qualquer economia doméstica estão os feriados religiosos e efemérides: páscoa, dia das mães, dos pais, das crianças, natal, etc.
Precisamos refletir porque gastamos tanto nestes períodos e se isso realmente vale a pena. A reflexão consciente, séria e honesta vai lhe mostrar que você está gastando exageradamente com coisas supérfluas que não substituem nem de longe o verdadeiro significado e valor destes dias. Por exemplo: a páscoa secularizada trocou o cordeiro pelo coelho e o sangue pelo chocolate, o pão e o vinho (da ceia) pelo ovo, e a liberdade que Jesus nos deu pela escravidão do consumismo. Esta páscoa do comércio é doce, mas não traz esperança. Enquanto isso, Jesus fica esquecido e Sua ressurreição fica desprezada. Se você perguntar às crianças o que é pascoa, elas responderão de imediato: é ovo de chocolate.
Observe: o ovo é feito do mesmo chocolate que as barras que você compra no restante do ano pela terça parte do preço. E depois da data, já deformados, eles custam menos ainda! Se você pensar, verá que faz parte de uma grande massa de consumo hipnotizada pela mídia, pressionada pelo comércio, e que gasta muito dinheiro com aquilo que não chega nem perto do que Deus planejou quando instituiu a páscoa.
Páscoa é reunião da família para lembrar a libertação que Deus nos dá através de Seu Cordeiro Imaculado Jesus Cristo, o qual foi morto, mas ressuscitou ao terceiro dia. É a comemoração da liberdade que Cristo dá. É pão e vinho, família ao redor da mesa orando junto. É explicação aos pequeninos sobre o sacrifício de Jesus e sua vitória sobre a morte. E onde está isso na sua páscoa?
Preste atenção! Na primeira páscoa, quando Deus libertou os hebreus da escravidão no Egito, Ele ordenou que os pais contassem aos filhos durante a celebração anual da Páscoa. "E este dia vos será por memória, e celebra-lo-eis por festa ao Senhor; nas vossas gerações o celebrareis por estatuto perpétuo. E, quando vossos filhos perguntarem: Que culto é esse? Então, direis: Este é o sacrifício da Páscoa ao Senhor, que passou as casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu aos egípcios, e livrou as nossas casas. Então, o povo inclinou-se e adorou ao Senhor." Êxodo 12.14, 26, 27.
Você tem contado às crianças o verdadeiro significado da Páscoa? Seus filhos sabem o porquê deste culto? E a páscoa tem sido um culto de adoração a Deus para sua família? Pois é isso que Deus espera que você faça! E isso não custa nada, não gasta o seu dinheiro, não detona seu orçamento e ainda agrada a Deus e traz esperança e crescimento espiritual para seus filhos. Não permita que o valor da páscoa seja maculado pelo consumo de símbolos que não falam a verdade. Conte a verdade aos pequeninos: "Jesus morreu pelos nossos pecados, mas ressuscitou ao terceiro dia. Ele venceu a
morte e nos alegramos Nele. Esta é a páscoa de Deus". Não gaste o dinheiro que você já consagrou ao Senhor através do dízimo e das ofertas com coisas que desagradam a Ele. Os 90% do dinheiro de Deus que Ele confiou a você devem servir para abençoar sua família, promover o Seu Reino na terra e levar esperança aos necessitados. E você pode fazer isso com bem menos do que gastaria com ovos de chocolate. 
Lembre-se: Você é apenas mordomo daquilo que pertence a Deus, o que inclui sua família, seus filhos e seu dinheiro. Portanto, use-os para a Glória de Deus. E isso não tem preço!
Pense nisso!
Voltemos à verdadeira Páscoa!

terça-feira, 19 de março de 2013


Diferença entre Dízimos e Ofertas

Muitos cristãos fazem grande confusão entre o dízimo e as ofertas. Alguns se negam a ofertar alegando que já deram o dízimo, outros, ao contrário, acreditam que uma oferta gorda de vez em quando os dispensa da obrigação de dizimar. Quanta ilusão !!!
Em Malaquias 3.7, Deus faz uma distinção bem clara. Ele diz:
“Roubará o homem a Deus? Todavia vós me roubais, e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e ofertas, diz o Senhor.”
Quando você entrega o dízimo está devolvendo a Deus o que lhe pertence. Portanto, não está Lhe “dando” ou "ofertando" nada. 
Algumas pessoas enchem a boca quando dizem: “Eu já paguei o ‘meu’ dízimo!” Primeiro: o dízimo não é seu. Segundo: dízimo não se paga, se devolve a Deus, se entrega ao Senhor o que já é Dele.
Por exemplo: Quando o patrão quer testar a fidelidade de um empregado, é possível que ele lhe dê o salário com uma quantia a mais. Ele espera que o empregado lhe devolva o que veio a mais. Se não lhe devolver, dará provas de sua desonestidade e infidelidade.
Deus também põe à prova sua honestidade e fidelidade. Ele espera sinceramente que você Lhe devolva o que pertence a Ele. O servo que não devolver será tido como desonesto e ladrão, conforme o próprio Deus diz em Malaquias 3.9:
“Com maldição sois amaldiçoados, porque a Mim me roubais, sim, toda esta nação.”
Portanto, devemos lembrar que o dízimo não é o mesmo que oferta. Se dermos um e negligenciarmos o outro, incorreremos no mesmo pecado de sonegação, e isto, além de entristecer nosso Senhor, também bloqueia todas as bênçãos de chegarem até nós, pois damos legalidade ao diabo para interferir em nossa vida financeira. Em geral, quando você sonega o dízimo, acaba gastando igualmente, ou mais, com remédios, consertos de eletrodomésticos, juros, gastos extras, etc..
Portanto, é bom colocar sua vida financeira em dia, e primeiramente com Deus.
E, se você tiver dúvidas sobre vida financeira, deixe suas perguntas e comentários que logo responderemos com o maior prazer.

Tenha uma semana ricamente abençoada.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Quando o dinheiro é usado com sabedoria


Para que você tenha uma vida financeira sem maiores problemas é preciso adotar alguns princípios importantes.

1º) Tenha um relacionamento saudável com o dinheiro – Trate-o como servo e não como senhor. Ore pedindo a Deus libertação do poder do dinheiro sobre você e suas decisões.

2º) Planeje seu orçamento – Ore pedindo orientação sobre como orçar suas despesas. Em tempos difíceis, você deve fazer um orçamento semanal ou quinzenal. Num orçamento básico mínimo você subtrai do seu salário todos os gastos do mês e divide o que sobra pelas semanas do mês (4 ou 5). Então, você terá um limite para os gastos extras a cada semana.

3º) Planeje seus gastos a curto, médio e longo prazos – Planeje o que você vai comprar na próxima semana, no próximo mês, no semestre e no ano.

4º) Cuidado com as prestações e cartões de crédito – Não se iluda com promoções , liquidações e cheques pré-datados. Seja cauteloso e oportuno ao mesmo tempo. O cartão de crédito deve ser seu aliado e não uma arma contra você e seu orçamento. Se tiver dificuldade em controlar-se, deixe os cartões em casa e só use se for realmente preciso, isto é, se não tiver outro meio. Em último caso, quebre-os e acostume-se a comprar tudo à vista.

5º) Estude bem o que for comprar – Analise se é indispensável ou necessário, se é luxo ou supérfluo. A partir desta classificação, decida se vai ou não comprar.

6º) Cuidado com o consumismo – Comprar pelo simples impulso do consumo é muito prejudicial e pode tornar-se um vício ou uma doença (compulsão). Muitos produtos lhe são oferecidos apenas com formato diferente. São produtos maquiados. Questione o “seu” estilo de vida e não o do vizinho. Não compre nada só porque o outro comprou.

7º) Aproveite o que é de graça – Por exemplo no lazer, aproveite os locais públicos.

“E, se alguém tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente, e não lança em rosto, e ser-lhe-á dada.” Tiago 1.5

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Oferta – Um assunto que Deus trata com seriedade.


“Longe de Mim tal coisa, porque aos que me honram honrarei, porém os que me desprezam serão desprezados.”
 I Samuel 2.30

A oferta é algo tão sério e relevante ao ponto de Deus não se esquecer de um ofertante fiel mesmo depois de morto, como no exemplo de Abel: “Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela, depois de morto, ainda fala.” Hebreus 11.4.
A igreja precisa também ver esta questão com mais seriedade, tendo como princípio a “postura” de Deus sobre este assunto.
Devemos honrar ao Senhor com a nossa fidelidade nos dízimos e ofertas.
Ofertar é assunto que deve ser levado a sério. Jamais deve ser tratado com desprezo, leviandade ou desdém, pois aqueles que desonram ao Senhor serão desmerecidos, como diz o texto supracitado.
A Bíblia também diz em Provérbios 3.9 e 10: “Honra ao Senhor com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos; e se encherão os teus celeiros, e transbordarão de vinho os teus lagares.”
Isto nos ensina que uma das formas de honrar ao Senhor é ofertando a Ele com seriedade, fidelidade e primícias.

Tenha uma semana abundantemente próspera.